Talentos da infância



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Que fase gostosa era a da infância. Uns se lembram pouco daquela época, outros, porém, se lembram de muita coisa que gostavam de fazer: brincar, imaginar, inventar e, principalmente, aprontar!  Você consegue se recordar do que mais gostava de fazer na sua infância? Uns gostavam de imitar apresentadores de televisão, outros queriam ser cantores, médicos, professores, jogadores de futebol; outros, porém,  gostavam de dançar, representar, desenhar, pintar, escrever, etc. Alguns até imitavam a profissão dos pais, ou seja, se eram médicos, gostavam de se vestir de branco e cuidar das bonecas, outros, cuidavam de animais porque tinham pais veterinários, e, assim por diante. Apesar disso, acredito que nenhum pai ou mãe conseguiu ou ainda consegue ter 100% de exatidão quando se trata de definir o gosto, vocação ou aptidão do filho ou dos filhos. Mais raro ainda, é ver filhos que optam pela mesma profissão ou profissões complementares e, ainda por cima, que trabalham juntos! Isso é a glória!

Existem, ainda, crianças que se identificam com um vizinho, amigo da família, parente, padrinho e que, por se espelharem tanto,  querem ser como eles, devido a tamanha admiração e entrosamento.

Os pais tomam por base o que a criança gosta de fazer, seus interesses e pela observação do dia a dia escolar, social  e familiar.

Eu me lembro bem que sempre gostei muito de ler e escrever. Minha primeira referência foi o contato com minha mãe que nos deitava ao pé de sua cama e contava  histórias imaginárias para os filhos. Eu ficava ansiosa para chegar logo a noite e poder ouvir aquelas histórias fantásticas e poder imaginar, com todo o requinte de detalhes, na minha cabecinha de criança, tudo aquilo que era contado por minha mãe.

Já de meu pai, adquiri o gosto pela leitura, que onde quer que o via, estava com um jornal, revista ou livro debaixo do braço. Meu primeiro livro de leitura, foi, como não podia deixar de ser, “Reinações de Narizinho”, um dos livros mais conhecidos de Monteiro Lobato (escritor brasileiro).

Na escola sempre admirava as professoras de Língua Portuguesa e queria ser como elas. Era fácil para mim participar de ditados, composições e redações, e, não raro, meus feitos eram os escolhidos entre os melhores da classe. Era uma criança calada e tímida, porém, muito observadora e sempre disponível para ensinar e ajudar.

Quando cresci, tomei outros rumos na vida profissional  e deixei adormecido meu interesse pela escrita. Depois de tantos anos exercendo uma profissão que nunca havia planejado, mas que simplesmente aconteceu, resolvi abandoná-la e acertadamente, dar uma repaginada na minha vida profissional. Não quis ouvir mais conselho de ninguém e sim a voz do meu coração e me recordar das memórias que tive na infância.

Aliei o talento e a facilidade que sempre tive para escrever, com a naturalidade que desenvolvi para imaginar situações e criar histórias interessantes e originais.  A escrita sempre foi minha maior fonte de expressão.

Anos atrás, quando comecei a escrever e a relatar minhas experiências como secretária, mostrei um dos meus textos para alguns amigos, e uma amiga, em especial, espantou-se quando leu um texto meu. Ela me disse, com a mais sinceridade e naturalidade que alguém possa ter, que não acreditava que um texto daquele pudesse ter sido escrito por mim. Na época em que nos conhecemos eu ainda não escrevia. Só comecei a escrever uns dez anos depois e, nesse tempo,  muita coisa aconteceu e eu amadureci como pessoa e como profissional e, isso, é claro, se refletiu nos meus textos.

É por isso que, para ela, foi difícil associar uma coisa à outra. Aquela pessoa que ela conhecera anos atrás já não existe mais e deu lugar a uma outra pessoa, com novos pensamentos, crenças, valores, ideias, sonhos e desejos. Por outro lado, ela para mim, continuava a mesma pessoa e isso reforçou ainda mais nossa amizade que estava adormecida.

Outros amigos que reencontrei ao longo desses anos, me disseram que leram em algum lugar um texto meu e se admiraram também por dois motivos: primeiro porque não sabiam que escrevia tão bem e, segundo, porque estavam me dedicando a escrever aquele tipo de texto.

Respondi a eles que, por incrível que poderia parecer, nem eu mesma esperava que depois de tantos anos de carreira iria abandonar um trabalho para me dedicar a escrever textos para outras secretárias, fossem elas iniciantes ou não. Para mim também foi uma grande surpresa!

Esse ano meu site completa dois anos, porém,  já escrevia em outros sites há muito mais tempo e o número de acessos que recebo cresce a cada dia. Recebo muitos e-mails do exterior e fico feliz que, através da ferramente de tradução do google meus textos podem alcançar qualquer pessoa de qualquer país.

Nunca estive tão realizada e satisfeita na minha profissão.  Reconheci, mesmo que tardiamente, um talento que tinha desde a infância e transformei isso num trabalho, fonte de recursos e realização profissional. Hoje eu entendo perfeitamente o que é gostar do que se faz. Antes eu ouvia isso de umas poucas pessoas mas não conseguia entender bem o que significava. Para mim isso parecia uma coisa distante e até utópica, fora da minha realidade. Achava que ganhar bem, ser promovida, receber elogios de chefe e ser parabenizada por um bom trabalho, elevava minha auto-estima e já era o suficiente. Porém, agora entendi perfeitamente o que isso significa: mesmo que ninguém valorize seu trabalho, mesmo que ninguém reconheça o seu talento, mesmo que ninguém a remunere adequadamente, mesmo que ninguém se interesse pelo seu trabalho e mesmo que ninguém a admire, você se sente feliz e satisfeita por fazer algo que lhe dá imensa satisfação e prazer. E é isso exatamente o que sinto hoje, e, ainda mais, quando tenho, felizmente, o reconhecimento de leitores  desconhecidos, porém, tão fiéis como vocês!

Reconheço, entretanto, que meu trabalho não teria valor ou sentido algum, sem a participação e o envolvimento de todos vocês que, mesmo no anonimato, me dão energia, motivação, criatividade e originalidade para escrever cada vez mais e melhor!

Resolvi escrever esse texto para que saibam que devem sim observar seus filhos, irmãos ou amigos próximos com um olhar atento e revelador. Essas crianças, embora  ingênuas, imaturas e ainda em processo de desenvolvimento físico, emocional e intelectual, revelam, desde a sua infância, talentos maravilhosos,  e se, por acaso, não estivermos atentos a isso, poderemos deixar passar uma bela história de sucesso e realização pessoal e profissional.  O elogio, o incentivo, a motivação e a oportunidade são fatores fundamentais para qualquer criança ter sucesso na profissão quando adulto.  Se vocês não se sentirem seguros o suficiente para perceber algum talento, pergunte aos amigos e familiares próximos e até aos professores.

Eles, com certeza, lhe darão a resposta que tanto procuram. Existe também, os testes vocacionais, que são aplicados por psicólogos especializados nessa área. Não se esqueçam de que a escolha de uma profissão,  sempre será deles, porém, enquanto jovens, façam tudo o que puderem para desenvolver um ou vários talentos que seus filhos venham a mostrar na vida.  Na vida adulta, eles poderão querer ou não seguir esses talentos da infância,  mas isso fica para pensarmos mais tarde.

Acreditem, o erro pode ser tão mais importante do que o acerto, em alguns casos,  e isso não  impossibilita ninguém de recomeçar e fazer diferente.

Fala-se muito em talentos da maturidade, ou seja, talentos que surgem ou renascem quando uma pessoa se aposenta e quer trabalhar ou ainda, quando se quer ter uma outra atividade. Outros ainda dizem que, quando estão na velhice, querem tornar um hobby da juventude uma profissão, porém, apesar desses argumentos, ainda acredito, que esses talentos estavam adormecidos desde a infância e que só agora, felizmente, foram resgatados. Nota-se também que a pessoa se encontra, enxerga uma nova maneira de ver a vida e o mundo, se sente mais útil, valorizada e mais feliz. Muitos até dizem que nunca se sentiram tão vivos, criativos e motivados como no momento atual. Sabem o segredo? Eu já disse, é fazer o que se gosta, na hora, como e quando quiserem. Infelizmente,  isso é um privilégio para poucos, mas acontece!

Eu também espero estar exercendo essa nova profissão na minha maturidade. O talento que nasce na infância, se solidifica, se fortalece, se renova, amadurece e ressurge mais completo na maturidade e isso é maravilhoso!

Coincidentemente, esse meu texto de no. 40, me fez lembrar de que engravidei aos 40 anos. Não sei se foi coincidência, acaso, destino, mas foi importante para relembrar que nunca é tarde para se fazer ou criar algo; no meu caso uma filha.

Da mesma forma que desejo que ela seja feliz, desejo o mesmo para vocês, sejam homens ou mulheres, jovens ou mais velhos, experientes ou não. Ela se chama Ananda (nome indiano, do antigo sânscrito)  e significa felicidade. É um nome muito comum na Índia e usado tanto por homens como mulheres. Ela ainda é uma criança, mas desejo que a felicidade que ela esbanja, a acompanhe por toda a sua vida.

Afinal, tudo o que o ser humano faz e busca na vida é para ter felicidade, por isso, desejo a todos vocês “Ananda”!

“Para estar junto, nem sempre é preciso estar perto. Para estar junto é preciso estar dentro”. (Anônimo). É o que sinto quando estou em contato com vocês.

Muito obrigada e boa sorte a todos vocês!

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Comentários (14)

elainemaio 8th, 2012 - 18:42

Olá, Mirian, boa tarde! Adoro seus textos. Poderia escrever com mais frequência?
Bom, mas o motivo do meu contato é outro. Trabalho em uma empresa como secretária há 5 anos. Em agosto quero começar o curso de Secretariado Executivo. Estou fazendo inglês também, mas com a faculdade não será possível continuar. Acha que estou fazendo bem em parar o inglês agora e retomá-lo no fim da graduação, ou nesse momento devo priorizar o inglês? Lembrando que na empresa onde trabalho, o curso de secretariado não influenciará em nada minha posição aqui. Minha intenção é procurar um emprego melhor, onde poderei exercer melhor a profissão.

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Mirian Nassermaio 8th, 2012 - 22:27

Olá, Elaine!

Muito obrigada pelo seu contato e elogios. Costumo escrever um texto por mês, e, se estou muito inspirada, consigo escrever até dois. Mas, escrever mais do que isso é muito difícil para mim porque preciso de inspiração e motivação.
Você me fez uma pergunta difícil. Só você mesma é quem poderá decidir o que fazer de acordo com suas prioridades e interesses. Porém, para se conseguir um emprego melhor será necessário ter as duas coisas, até porque bons empregos com com bons salários são mais comuns em grandes empresas, em especial, multinacionais onde se utilizam muito o idioma inglês. Nessas empresas, costumam pagar cursos de idiomas para funcionários ou outros cursos de reciclagem que promovam o desenvolvimento deles, inclusive, algumas até ajudam nas despesas de faculdade, pós-graduação e MBA.
Já faz tempo que o mercado de trabalho está muito exigente. Os selecionadores optam por CVs que já apresentem curso universitário e inglês completos. Se a candidata possuir mais de uma faculdade, outros cursos e pós-graduação já estará à frente de outros concorrentes. Particularmente, na sua situação, eu faria primeiro a faculdade porque é um curso longo e mais caro e o inglês poderá concluir se conseguir um desconto ou até bolsa onde estuda. Tente fazer os dois cursos juntos. Quem sabe sua empresa não a ajuda? Não seria possível conseguir uma bolsa na faculdade ou mesmo um plano especial de pagamento das mensalidades? Onde faz o curso de inglês, o responsável também não poderia encontrar uma boa alternativa para você? Não custa nada tentar se você se mostrar uma aluna dedicada e interessada. Em último caso, teria de conseguir uma renda extra.
Boa sorte!
Um abraço.
Mirian

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elainemaio 14th, 2012 - 11:50

Mirian, muitíssimo obrigada pelas palavras. Você me ajudou muito!!! Estão acontecendo algumas coisas que poderão mudar o rumo dos meus planos (coisas boas). Se tudo der certinho, venho aqui contar para você. Mais uma vez, obrigada!!!

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Mirian Nassermaio 14th, 2012 - 14:10

Olá, Elaine!

Que bom! Fico feliz por você e também estou curiosa em saber das boas notícias. Aguardo seu contato.
É gratificante saber que alguns dos meus comentários e dicas ajudem realmente a transformar para melhor a vida de alguém.
Boa sorte!
Um abraço.

Mirian

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Deboramaio 21st, 2012 - 20:28

Oi, Mirian Nasser,

Gostei muito dos seus textos. Na verdade é a primeira vez que acesso esse blog, o descobri após acessar o google, com o tema secretária. Sou formada em secretariado e trabalho também nessa função e, sinceramente, descobri que não poderia ter escolhido outra profissão, amo demais o que faço! E por isso venho parabenizá-la pelo seu trabalho de publicar textos que só nos adiciona e nos faz ter mais orgulho dessa profissão e de como há profissionais capacitados e inteligentes como você! Enfim, AMEI!

Abraços,

Débora

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Mirian Nassermaio 21st, 2012 - 20:54

Olá, Débora!

Muito obrigada pelo seus elogios e interesse em meu site. Continue acessando o site sempre que quiser.
Boa sorte em seu trabalho!
Um abraço.
Mirian

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Geysijunho 5th, 2012 - 0:27

Olá, Mirian!
Os seus textos sempre espetaculares, hein? Mirian, sempre que venho ao seu site trago comigo dúvidas. Hoje, porém, quero sua sugestão. Quais livros você sugere ou acha mais importante para uma estudante de secretariado?

Um abraço.

Geysi

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Mirian Nasserjunho 5th, 2012 - 4:00

Olá, Geysi!

Muito obrigada por sua participação e elogios. Fico feliz em saber que gosta dos meus textos e aprende com eles. Quanto ao livros, acho melhor você ir a uma boa livraria e verificar, junto ao funcionário, os livros mais vendidos, os lançamentos, os mais procurados e recomendados por profissionais da área.
Um abraço.
Mirian

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Geysijunho 7th, 2012 - 6:33

OK! No entanto, gostaria que você dissesse qual autor ou livro você mais gosta.

Agradeço.

Geysi

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Mirian Nasserjunho 7th, 2012 - 11:47

Olá, Geysi!

Realmente não tenho nenhum para indicar agora. São tantos com tantas abordagens. Só você mesma para escolher um do seu interesse. Lamento!
Um abraço.
Mirian

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Geysijunho 8th, 2012 - 3:50

Não tem problema. Já tenho meus prediletos Chiavenato, Peter Drucker e Philip Kotler.Só queria saber se concordava com que eu estudava.
Agradeço mesmo assim.
Abraço.

Geysi

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Mirian Nasserjunho 8th, 2012 - 19:33

Olá. Geysi!

Esses autores eu conheço e são ótimos também. Boa leitura e aproveite todos os ensinamentos.
Um abraço.
Mirian

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Siagosto 9th, 2013 - 18:28

Mirian, que artigo emocionante!
Sou secretária executiva recém-formada, e “me descobri” nesta profissão. Minha mãe sempre me lembra que desde criança era vaidosa, gostava de andar muito elegante. Mais tarde, quis ser aeromoça-comissária de bordo, mas o tempo passou e eu optei por secretariado . Eu me impressionei com suas palavras, pois sinto a mesma coisa em relação à profissão de aeromoça que deixei “adormecer”, hoje, não quero mais ser exatamente uma aeromoça, mas pretendo fazer um curso de agente de aeroporto e também prestar concurso pra INFRAERO, vou dar um rumo diferente à minha vida, estou com 26 anos e solteira, cheia de planos e acredito que a hora de colocar em prática é essa! Amei seu artigo!

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Mirian Nasseragosto 9th, 2013 - 21:43

Olá, Simone!

Agradeço seu contato e elogios. Realmente você é muito jovem e tem muitos planos para seu futuro. Desejo-lhe sorte e sucesso em sua carreira e estudos.
Sem dúvida nenhuma, somos mais felizes e realizados quando fazemos algo que gostamos e, muitas vezes, essa vocação, aptidão, apresenta-se na infância. Cabe aos pais, parentes, amigos ou mesmo professores, detectarem isso.

Um abraço.

Mirian

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